Zezo Correia trabalhando o tema “A vida de um passarinho”:
Canta a cauã com agouro
Em cima de uma aroeira
No ninho da quixabeira
Canta a casaca-de-couro
Eu admiro é um louro
Lá no oco apertadinho
Dentro criar um filhinho
Com tanta satisfação
Causando admiração
A vida de um passarinho.
Vê-se um maracanã
Rasgando espiga de milho
Pra dar comer a seu filho
Todo dia de manhã
Também vejo a ribaçã
Pôr pelo chão sem ter ninho
Deixar o ovo sozinho
Depois tirar sem gorar
Isso faz admirar
A vida de um passarinho.
* * *
Dedé Monteiro
Cantador pra imitar o triplo gênio
De um Xudú, de um Filó e de um Geraldo,
É preciso que tenha um grande saldo
De grandeza, de fé, de oxigênio;
E, além disso, passar quase um decênio
Preparando o bogó do coração
Pra juntar ferramenta e munição
Necessárias na guerra das ideias
Que provoca o delírio das plateias
Embaladas por tanta inspiração.
* * *
Diniz Vitorino
Vemos a lua, princesa sideral
Nos deixar encantados e perplexos
Inundando os céus brancos de reflexos
Como um disco dourado de cristal
Face cálida, altiva, lirial
Inspirando canções tenras de amor
Jovem virgem de corpo sedutor
Bem vestida num “robe” embranquecido
De mãos postas num templo colorido
Escutando os sermões do Criador.
* * *
Jó Patriota
Mesmo sem beber um trago
Sinto que estou delirando
Tal qual um cisne vagando
Na superfície de um lago
Se não recebo um afago
Vai embora a alegria
A minha monotonia
Não há no mundo quem cante
Sou poeta delirante
Vivo a beber poesia !
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Zezo Correia trabalhando o tema “A vida de um passarinho”:
Canta a cauã com agouro
Em cima de uma aroeira
No ninho da quixabeira
Canta a casaca-de-couro
Eu admiro é um louro
Lá no oco apertadinho
Dentro criar um filhinho
Com tanta satisfação
Causando admiração
A vida de um passarinho.
Vê-se um maracanã
Rasgando espiga de milho
Pra dar comer a seu filho
Todo dia de manhã
Também vejo a ribaçã
Pôr pelo chão sem ter ninho
Deixar o ovo sozinho
Depois tirar sem gorar
Isso faz admirar
A vida de um passarinho.
* * *
Dedé Monteiro
Cantador pra imitar o triplo gênio
De um Xudú, de um Filó e de um Geraldo,
É preciso que tenha um grande saldo
De grandeza, de fé, de oxigênio;
E, além disso, passar quase um decênio
Preparando o bogó do coração
Pra juntar ferramenta e munição
Necessárias na guerra das ideias
Que provoca o delírio das plateias
Embaladas por tanta inspiração.
* * *
Diniz Vitorino
Vemos a lua, princesa sideral
Nos deixar encantados e perplexos
Inundando os céus brancos de reflexos
Como um disco dourado de cristal
Face cálida, altiva, lirial
Inspirando canções tenras de amor
Jovem virgem de corpo sedutor
Bem vestida num “robe” embranquecido
De mãos postas num templo colorido
Escutando os sermões do Criador.
* * *
Jó Patriota
Mesmo sem beber um trago
Sinto que estou delirando
Tal qual um cisne vagando
Na superfície de um lago
Se não recebo um afago
Vai embora a alegria
A minha monotonia
Não há no mundo quem cante
Sou poeta delirante
Vivo a beber poesia !
Canta a cauã com agouro
Em cima de uma aroeira
No ninho da quixabeira
Canta a casaca-de-couro
Eu admiro é um louro
Lá no oco apertadinho
Dentro criar um filhinho
Com tanta satisfação
Causando admiração
A vida de um passarinho.
Vê-se um maracanã
Rasgando espiga de milho
Pra dar comer a seu filho
Todo dia de manhã
Também vejo a ribaçã
Pôr pelo chão sem ter ninho
Deixar o ovo sozinho
Depois tirar sem gorar
Isso faz admirar
A vida de um passarinho.
* * *
Dedé Monteiro
Cantador pra imitar o triplo gênio
De um Xudú, de um Filó e de um Geraldo,
É preciso que tenha um grande saldo
De grandeza, de fé, de oxigênio;
E, além disso, passar quase um decênio
Preparando o bogó do coração
Pra juntar ferramenta e munição
Necessárias na guerra das ideias
Que provoca o delírio das plateias
Embaladas por tanta inspiração.
* * *
Diniz Vitorino
Vemos a lua, princesa sideral
Nos deixar encantados e perplexos
Inundando os céus brancos de reflexos
Como um disco dourado de cristal
Face cálida, altiva, lirial
Inspirando canções tenras de amor
Jovem virgem de corpo sedutor
Bem vestida num “robe” embranquecido
De mãos postas num templo colorido
Escutando os sermões do Criador.
* * *
Jó Patriota
Mesmo sem beber um trago
Sinto que estou delirando
Tal qual um cisne vagando
Na superfície de um lago
Se não recebo um afago
Vai embora a alegria
A minha monotonia
Não há no mundo quem cante
Sou poeta delirante
Vivo a beber poesia !
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
JOÃO FIRMINO CABRAL 50 ANOS DE CORDEL...
João Firmino Cabral tem sua história de vida dedicada ao cordel. Com 56 anos vivendo nas asas da poesia cordelista ele tornou-se um patrimônio da história sergipana e um dos baluartes do cordel.
para encontrar João em sua banca sempre cheia é só ir ao mercado público de Aracaju. ele estará lá, recitando versos e autografando suas criações literárias.
NA FOTO: JOÃO LIMA, JOÃO FIRMINO E ÉRICO ISRAEL.
as homenagens e o reconhecimento ao seu longo trabalho
a prefeitura de Aracaju reconhecendo o talento e a luta de João Firmino em prol da cultura cordelista.
um dos cordeis de autoria de João firmino e um dos mais vendidos e conhecidos por quem admira a arte.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sábado, 17 de dezembro de 2011

Este é o novo cordel do Carlos Alberto. Veja a sinopse.
Nem sempre o mais forte e pomposo é o mais importante. Três animais, por razões diferentes, têm posições relevantes nas Escrituras Sagradas. O diálogo entre eles é surpreendente. Descubra porque os humilhados terminam exaltados.
Veja as primeiras estrofes:
Nas terras do Oriente,
Onde viveu Aladim,
Um lugar onde as estórias
Têm começo e não têm fim,
Três animais dividiam
Água, farelo e capim.
O cavalo, pura raça,
Das arábias, oriundo,
Relinchava parecendo
Ser mesmo o dono do mundo,
Também, de contar vantagem,
Jamais parava um segundo.
Dotado de porte nobre,
Também de rara beleza,
Chamava a si os olhares,
Devido a sua realeza,
Própria de quem conviveu
Com prestígio e na riqueza.
Quem é seu autor?
Carlos Alberto Fernandes da Silva é filho de Manoel Severino da Silva e Adamantina (Marta) Fernandes da Silva. Nasceu em Campina Grande – PB, no dia 1º de setembro de 1951. Formado em Teologia e em Direito, já escreveu cerca de 50 textos em Cordel entre os quais o Evangelho de Marcos, versículo por versículo,
reescrevendo-o em quadras, respeitando o texto original. Pela Editora Luzeiro, lançou Filipe, o diácono evangelista; Missões: o grande projeto de Deus, A conversão de Zaqueu e Mandela: o homem, o herói e o mito.

Um dos primeiros romances escritos por Rouxinol do Rinaré agora publicado pela Editora Luzeiro (SP), com capa do famoso FRED MACÊDO. A Luzeiro tem buscado lançar no mercado cordéis de alta qualidade, pois texto da pena poética de Rouxinol tem beleza e poesia. Esta capa belíssima veio somar-se a um material de qualidade que a Luzeiro está colocando nos seus impressos para que assim acabe aquela conversa de pesquisador que não pesquisa, de que “cordel tem de ser feito em papel jornal, que não precisa levar em conta a correção gramatical, e que deve ser ilustrado apenas com xilogravura”. Parabéns Rouxinol e a Luzeiro pelo excelente trabalho.
Veja abaixo as primeiras estrofes:
Numa época bem distante
De gigantes e anões
Havia um príncipe temido
Por guerreiros e vilões
O qual ficou conhecido
Por Matador de Dragões.
Diz-nos uma antiga história
Que o príncipe Fred Donnar
Matou monstros e gigantes,
Tão destemido ao lutar
Que enfrentava mil guerreiros
Conseguindo-os derrotar!
Seu pai tinha entre os germanos
Um suntuoso castelo.
No seu reino e ao redor
Não tinha príncipe mais belo
Nem com destreza e coragem
Para vencê-lo em duelo

Um dos primeiros romances escritos por Rouxinol do Rinaré agora publicado pela Editora Luzeiro (SP), com capa do famoso FRED MACÊDO. A Luzeiro tem buscado lançar no mercado cordéis de alta qualidade, pois texto da pena poética de Rouxinol tem beleza e poesia. Esta capa belíssima veio somar-se a um material de qualidade que a Luzeiro está colocando nos seus impressos para que assim acabe aquela conversa de pesquisador que não pesquisa, de que “cordel tem de ser feito em papel jornal, que não precisa levar em conta a correção gramatical, e que deve ser ilustrado apenas com xilogravura”. Parabéns Rouxinol e a Luzeiro pelo excelente trabalho.
Veja abaixo as primeiras estrofes:
Numa época bem distante
De gigantes e anões
Havia um príncipe temido
Por guerreiros e vilões
O qual ficou conhecido
Por Matador de Dragões.
Diz-nos uma antiga história
Que o príncipe Fred Donnar
Matou monstros e gigantes,
Tão destemido ao lutar
Que enfrentava mil guerreiros
Conseguindo-os derrotar!
Seu pai tinha entre os germanos
Um suntuoso castelo.
No seu reino e ao redor
Não tinha príncipe mais belo
Nem com destreza e coragem
Para vencê-lo em duelo
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