domingo, 14 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
VERSOS
Nossa vida é uma estrada
Que tem flor e tem espinho,
Pra quem caminha sozinho
É mais triste a caminhada.
Pode ela ser comparada
A um trem que da partida,
E a cada estação vivida
Outra estação se avizinha;
O trem da vida caminha
Pra última estação da vida
José Alves
Poeta HELENO ALEXANDRE:
Disse;
QUEREMOS QUE OS GOVERNANTES
VEJAM NOSSAS QUALIDADES
NOS DÊEM OPORTUNIDADES
NAS FESTAS MAIS IMPORTANTES
MAIS INCENTIVOS QUE ANTES
NA MÍDIA MAIS COBERTURA
PARA A GERAÇÃO FUTURA
NÃO SE SENTIR TÃO CARENTE
QUEREMOS DAQUI PRA FRENTE
MAIS ESPAÇO PRA CULTURA
VAMOS FAZER UM APELO
PRA IMPRENSA DIVULGAR
QUE A ARTE POPULAR
SEJA VISTA COM MAIS ZELO
SE PRECISAREM UM MODELO
DAREMOS A PARTITURA
VAMOS LUTAR COM BRAVURA
POR UM DIREITO DA GENTE
QUEREMOS DAQUI PRA FRENTE
MAIS ESPAÇO PRA CULTURA
NOSSA CANTORIA ESTÁ
TENDO VALOR NAS ESCOLAS
MAS POR CAUSA DAS VIOLAS
TEM UM GRUPO QUE NÃO DÁ
UM PRECONCEITO INDA HÁ
SE O POETA É SEM LEITURA
MAS MESMO SEM FORMATURA
É UM DOUTOR NO REPENTE
QUEREMOS DAQUI PRA FRENTE
MAIS ESPAÇO PRA CULTURA
NOS LEVEM A TELEVISÃO
NOS MOSTREM A TODO BRASIL
NO PROGRAMA RAUL GIL
NO GUGU OU NO FAUSTÃO
SE HEBE NOS DER A MÃO
DEUS NA MÃO DELA SEGURA
MAS ARTE QUANTO MAIS PURA
MAIS DA MÍDIA FICA AUSENTE
QUEREMOS DAQUI PRA FRENTE
MAIS ESPAÇO PRA CULTURA
Se não for pra andar sempre ao seu lado
Eu prefiro ficar sem movimento
Se não for pra lhe ter no pensamento
Eu prefiro que me deixe internado
Numa clinica psíquica isolado
Sem nenhuma visita receber
E se um dia isso vir a acontecer
O meu amor por ti sei que não nego
Sou capaz de pedir pra ficar cego
Se eu olhar pra o mundo e não te ver.
Poeta: Arles - Tabira
No Tribunal do Amor
Sou o réu e sou culpado.
(Mote de Josemar Rabelo)
Perdi em última instância
Em tudo que recorri,
Pois o peito que feri
Foi um amor da infância.
Devido a minha arrogância
Deixei esse amor de lado,
Hoje estou sendo julgado
Sem direito a defensor.
No Tribunal do Amor
Sou o réu e sou culpado.
Pois cada lágrima vertida
Por esse amor tão antigo,
Foi agravante no artigo
Da sentença proferida.
No momento que foi lida
Notei que cada jurado
Tinha me considerado
Como o pior malfeitor.
No Tribunal do Amor
Sou o réu e sou culpado.
A cada dia que vivo
Na prisão da consciência
Vejo que há evidência
Do alegado motivo
Que fez de mim um cativo
Sem que eu seja um celerado.
Só o Santo advogado
Pode escutar meu clamor.
No Tribunal do Amor
Sou o réu e sou culpado.
Autor: Wellington Vicente.
Que tem flor e tem espinho,
Pra quem caminha sozinho
É mais triste a caminhada.
Pode ela ser comparada
A um trem que da partida,
E a cada estação vivida
Outra estação se avizinha;
O trem da vida caminha
Pra última estação da vida
José Alves
Poeta HELENO ALEXANDRE:
Disse;
QUEREMOS QUE OS GOVERNANTES
VEJAM NOSSAS QUALIDADES
NOS DÊEM OPORTUNIDADES
NAS FESTAS MAIS IMPORTANTES
MAIS INCENTIVOS QUE ANTES
NA MÍDIA MAIS COBERTURA
PARA A GERAÇÃO FUTURA
NÃO SE SENTIR TÃO CARENTE
QUEREMOS DAQUI PRA FRENTE
MAIS ESPAÇO PRA CULTURA
VAMOS FAZER UM APELO
PRA IMPRENSA DIVULGAR
QUE A ARTE POPULAR
SEJA VISTA COM MAIS ZELO
SE PRECISAREM UM MODELO
DAREMOS A PARTITURA
VAMOS LUTAR COM BRAVURA
POR UM DIREITO DA GENTE
QUEREMOS DAQUI PRA FRENTE
MAIS ESPAÇO PRA CULTURA
NOSSA CANTORIA ESTÁ
TENDO VALOR NAS ESCOLAS
MAS POR CAUSA DAS VIOLAS
TEM UM GRUPO QUE NÃO DÁ
UM PRECONCEITO INDA HÁ
SE O POETA É SEM LEITURA
MAS MESMO SEM FORMATURA
É UM DOUTOR NO REPENTE
QUEREMOS DAQUI PRA FRENTE
MAIS ESPAÇO PRA CULTURA
NOS LEVEM A TELEVISÃO
NOS MOSTREM A TODO BRASIL
NO PROGRAMA RAUL GIL
NO GUGU OU NO FAUSTÃO
SE HEBE NOS DER A MÃO
DEUS NA MÃO DELA SEGURA
MAS ARTE QUANTO MAIS PURA
MAIS DA MÍDIA FICA AUSENTE
QUEREMOS DAQUI PRA FRENTE
MAIS ESPAÇO PRA CULTURA
Se não for pra andar sempre ao seu lado
Eu prefiro ficar sem movimento
Se não for pra lhe ter no pensamento
Eu prefiro que me deixe internado
Numa clinica psíquica isolado
Sem nenhuma visita receber
E se um dia isso vir a acontecer
O meu amor por ti sei que não nego
Sou capaz de pedir pra ficar cego
Se eu olhar pra o mundo e não te ver.
Poeta: Arles - Tabira
No Tribunal do Amor
Sou o réu e sou culpado.
(Mote de Josemar Rabelo)
Perdi em última instância
Em tudo que recorri,
Pois o peito que feri
Foi um amor da infância.
Devido a minha arrogância
Deixei esse amor de lado,
Hoje estou sendo julgado
Sem direito a defensor.
No Tribunal do Amor
Sou o réu e sou culpado.
Pois cada lágrima vertida
Por esse amor tão antigo,
Foi agravante no artigo
Da sentença proferida.
No momento que foi lida
Notei que cada jurado
Tinha me considerado
Como o pior malfeitor.
No Tribunal do Amor
Sou o réu e sou culpado.
A cada dia que vivo
Na prisão da consciência
Vejo que há evidência
Do alegado motivo
Que fez de mim um cativo
Sem que eu seja um celerado.
Só o Santo advogado
Pode escutar meu clamor.
No Tribunal do Amor
Sou o réu e sou culpado.
Autor: Wellington Vicente.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
MULHER NOVA, BONITA E CARINHOSA
MULHER NOVA, BONITA E CARINHOSA
Otacílio Batista
Numa luta de gregos e troianos
Por Helena, a mulher de Menelau
Conta a história de um cavalo de pau
Terminava uma guerra de dez anos
Menelau, o maior dos espartanos
Venceu Páris, o grande sedutor
Humilhando a família de Heitor
Em defesa da honra caprichosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Alexandre figura desumana
Fundador da famosa Alexandria
Conquistava na Grécia e destruía
Quase toda a população Tebana
A beleza atrativa de Roxana
Dominava o maior conquistador
E depois de vencê-la, o vencedor
Entregou-se à pagã mais que formosa
Mulher nova bonita e carinhosa
Faz um homem gemer sem sentir dor
A mulher tem na face dois brilhantes
Condutores fiéis do seu destino
Quem não ama o sorriso feminino
Desconhece a poesia de Cervantes
A bravura dos grandes navegantes
Enfrentando a procela em seu furor
Se não fosse a mulher mimosa flor
A história seria mentirosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Virgulino Ferreira, o Lampião
Bandoleiro das selvas nordestinas
Sem temer a perigo nem ruínas
Foi o rei do cangaço no sertão
Mas um dia sentiu no coração
O feitiço atrativo do amor
A mulata da terra do condor
Dominava uma fera perigosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Otacílio Batista
Numa luta de gregos e troianos
Por Helena, a mulher de Menelau
Conta a história de um cavalo de pau
Terminava uma guerra de dez anos
Menelau, o maior dos espartanos
Venceu Páris, o grande sedutor
Humilhando a família de Heitor
Em defesa da honra caprichosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Alexandre figura desumana
Fundador da famosa Alexandria
Conquistava na Grécia e destruía
Quase toda a população Tebana
A beleza atrativa de Roxana
Dominava o maior conquistador
E depois de vencê-la, o vencedor
Entregou-se à pagã mais que formosa
Mulher nova bonita e carinhosa
Faz um homem gemer sem sentir dor
A mulher tem na face dois brilhantes
Condutores fiéis do seu destino
Quem não ama o sorriso feminino
Desconhece a poesia de Cervantes
A bravura dos grandes navegantes
Enfrentando a procela em seu furor
Se não fosse a mulher mimosa flor
A história seria mentirosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Virgulino Ferreira, o Lampião
Bandoleiro das selvas nordestinas
Sem temer a perigo nem ruínas
Foi o rei do cangaço no sertão
Mas um dia sentiu no coração
O feitiço atrativo do amor
A mulata da terra do condor
Dominava uma fera perigosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
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